Recebi há pouco tempo, via formulário de contato e comentário no post sobre o viral da eStara para a Opel:

Acredito que esta informação lhe interesse.

Existiu um enorme mal entendido com a Campanha Opel. O que aconteceu, é que esta campanha da Opel já tinha saido do ar. Nos tinhamos para efeitos de demonstrar às agências como funciona, um demo alojado no nosso site, mas alguém passou a palavra chave, e nestes 3 dias 30 000 brasileiros viram a campanha e a eStara fez as ligações.

Não foi ético quem passou a pass para todos, nem foi ético publicar isso em blogs. Muitos de vos nem sabiam o que estavam fazendo e o quão grave isso significa para a nossa empresa. Espero agora, que possam aprender mais de outra forma.

Desde ao material em anexo. A este video de uma acção em Portugal:

http://www.youtube.com/watch?v=gQ42Kf_SFkE

http://preview.ogilvyone.gr/vodafone/livefeeds/

e espalhar buzz de outra forma.

Do nosso lado, gostariamos de efecutar uma campanha deste tipo no Brasil. Acredito que merecíamos mais visibilidade desde sempre. Pena que vocês so perceberam isso tarde e da maneira errada. Acredito que existem formas de aproveitar o que provocaram, por isso envio estas informações para que aprendam melhor do que falaram. Estou à vossa disposição.

Teria muito gosto em lhe esclarecer duvidas.

MC,

Pedro Ferreira

Resumindo: a campanha já havia saído do ar. A eStara utilizava essa área para demonstração dos seus serviços às agências. Infelizmente alguém publicou a senha no Twitter, o que imediatamente chamou a atenção do Fábio Seixas e claro, a minha.

Ao invés de lamentar os 30 mil acessos brasileiros ao site, deveriam ter aproveitado todo o buzz a seu favor. Além disso, não há nada de anti-ético em divulgar uma informação que foi repassada na rede. Talvez isso possa ser aplicado somente a quem recebeu o password e repassou a informação sem autorização da eStara. Aí não é problema meu, nem do Fábio e muito menos dos outros blogs que repercutiram a ação, mas sim deles.

O caso comprova a utilidade dos blogs na ativação de um viral, o advento do Twitter como ferramenta de informação para blogueiros e a rapidez com que uma informação (de bom conteúdo) se espalha na rede.

Mesmo com a pisada na bola da eStara ao nos chamar de anti-éticos, agradeço ao Pedro Ferreira por entrar em contato e torço para que consigam uma boa parceria no Brasil. Creio que eles vão aprender muito com esse caso.