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Visão da Ilha Fiat no Second Life
Do final de 2006 pra cá um serviço chamou a atenção de mais de 11 milhões de usuários. Foi o boom do Second Life. Muitas pessoas se registraram, testaram o sistema e abandonaram a conta. Outras continuam até hoje mantendo sua segunda vida.
É como a maioria dos serviços da web 2.0 que somos bombardeados em nosso dia-a-dia. Você recebe o convite de alguém que confia, acha interessante e se registra. Caso o serviço lhe agrade e até mesmo supere suas expectativas você voltará. Se não, lá se vai mais uma conta perdida no mundo virtual entre tantas outras abandonadas.
No caso da versão brasileira do Second Life foram 600 mil inscrições de abril do ano passado pra cá. 50 mil usuários continuam ativos, 5% do total. No entanto esses 5% de fiéis participam ativamente de tudo que acontece lá dentro. Vamos dizer que houve uma seleção natural, perdeu-se quantidade para ganhar em qualidade.
Claro que muitas empresas não poderiam ficar alheias a isso e já marcam presença nesse mundo virtual. Exemplos positivos como o Centro Cultural Bradesco, onde acontecem palestras, exposições e debates e o Sebrae que ministra cursos em sua ilha contando com um avatar que dá suporte e recepciona os visitantes.
A última investida no Second Life é da Fiat com o lançamento de duas ilhas sustentáveis. Lá o usuário pode visitar galerias de arte, museu com a história da Fiat e saber passo a passo da montagem de um carro. Além disso um lounge para shows e festas dos avatares. Confira o vídeo para ter uma idéia do que acontece lá dentro.
Além disso você pode fazer o test-drive do Fiat Punto e tira fotos com o carro em uma área especial. A foto vira um cartão postal para ser enviado aos amigos direto do sistema.
O resultado? Mais de 500 avatares presentes e 700 visitas únicas.
Gostaria de contar com a sua opinião nos comentários e dos meus parceiros de blog publicitário Haendel Dantas, Gabriel Jacob, Rafael Amaral, Bruno Delfino, Matheus Costa, Bruno, Thiago Nascimento, Caio, Rafael Barros, Luciana Frazão e Jonathan Benarrós.
Via Caderno Link e Jeff Paiva da Agência Click.
Divulgue:
Felipe Hummel
Janeiro 10th, 2008 às 12:42 am
A minha humilde opinião, é que há muito investimento para uma exposição muito baixa.
Na época do “boom” a exposição era gigante por que cada empresa que entrava saía em todas as manchetes. Hoje em dia é bem diferente.
O Second Life revelou sua verdadeira utilidade: um chat em 3D. As pessoas perceberam isso e não quiseram continuar por lá.
Abraço!
GuiCury
Janeiro 10th, 2008 às 9:00 am
Bom…
Não há salvação pois ficou bem claro quando vi uma palestra, onde foi dito isto: “O Second Life não gera STATUS para o usuário e todo usuário quer continuar jogando algo que gere um status para ele segundo o meio que ele está. Como ex. o GunBound… todos querem ser o 1º do Ranking e para isso passam 5h jogando direto! Como o Second Life não apresenta nenhuma diferenciação tão clara quanto esse ranking, os usuários começam a achar sem graça continuar jogando.”
Bom… talvez seja isso!
Vinny Theodoro
Janeiro 10th, 2008 às 9:38 am
Eu sempre tive essa visão que o GuiCury expressou aí em cima! Além disso eu nunca consegui mesmo acreditar que daria certo, não sei pq!
Sempre achei o SL chato e nem a promessa de ganhar dinheiro rendeu alguma coisa.
Agora, diz aí, se fazer um test drive no SL vale a pena ??
Antonio Rossa
Janeiro 10th, 2008 às 10:21 am
Inicialmente cheguei a acreditar que poderia ser uma revolução, uma espécie de orkut em 3D. Ao entrar no sistema, permaneci por 2 horas e nunca mais voltei.
Difícil explicar, apenas não gostei.
Um abraço, Antonio
Bruno Delfino
Janeiro 10th, 2008 às 11:00 am
Nunca entrei no Second Life e por isso não sei exatamente dizer se ele é ou não é uma bom lugar para divulgar algo. Mas eu acredito que agora, com a queda do número de usuários, não vale a pena investir. Mas isso depende muito. Cabe ao planejamento decidir se o Second Life é ou não o meio certo para anunciar determinado produto.
;)
Abs
Carlos Henrique Castilho
Janeiro 10th, 2008 às 11:46 am
O Second Life do mesmo modo q teve seu BOOm com aumento d numero d usuarios, parece q aconteceu o inverso agora um BOOm com a diminuição d numero d usuarios.
Investir uma grana alta nele é mto arriscado! O Punto por exemplo, a idéia eh mto legal, mas e o retorno deste investimento?
Será q as usuarios q o Punto atingiu com esta ação, mesmo sendo o numero baixo, são decisores d compra, influenciados ou formadores d opinião em potencial?
Gabriel Jacob
Janeiro 10th, 2008 às 11:59 am
Fala Ziggy,
Houve o tempo em q o investimento no SL era um lance “cool” e interessante, principalmente com as marcas que adoram adcionar valores de experimentação e inovadores ao seu planejamento de comunicação.
Por experiência própria, acabei caindo na tentação e fui descobrir os fundamentos dessa segunda vida.
Não acredito q tenha sido somente comigo, mas me deparei com um bom número de lugares “fantasmas”, espaços comerciais tocando músicas de balada, com apenas dois “promoters” virtuais fazendo uma habitual recepção ao recém chegado, mais nenhuma alma viva para contar história.
E aí, cada a exposição aos usuários comuns?
Faltou um pouco mais de tempo para os anunciantes calcularem o quanto seria “superficial” investir fortemente no SL.
O programa serve somente para quem tem um bom modelo de velocidade na internet, uma boa placa de vídeo, entre outros fatores, q ainda são vistos com muita escassez na grande maioria dos usuários brasileiros.
Acredito e elogio o projeto, por ser a base para tantos outros softwares similares que virão por aí, porém mais adaptáveis à usabilidade de uma grande maioria da população que navega na internet.
Thiago Nascimento
Janeiro 10th, 2008 às 1:36 pm
Rafael, como publicitário cauteloso e sem preconceitos que sou respondo que depende. Sua pergunta é tão complexa quanto essa: é mais vantagem investir em um vt de 30″ ou em uma ação promocional? Também depende. Depende da marca, do momento do anunciante, dos objetivos da comunicação, da concorrência, da verba para o projeto de comuinicação e “N” outras variáveis.
Agora, em minha constatação, algo que deve estar bastante claro em nossas cabeças é que o SL e outros tantos projetos 2.0 que não conseguirem amarrar (seja lá pelos motivos que já citaram acima ou por tantos outros) o usuário de maneira efetiva vai ter uma trajetória única: um boom (se meu cliente possui em sua maioria consuidores-inovadores, nesse momento eu defendo o investimento no programa) e depois um declínio vertiginoso, que salve algumas exceções, de maneira geral, não vale a pena o investimento.
A maioria dos consumidores são apenas curiosos. Portanto, cada vez mais, o cliclo de vida dos produtos (principalmente os associados à tecnologia, tendo em vista o dinamismo do setor e a inquietação dos usuários) está diminuindo. O que é esse Second Life? Me cadastro, navego, conheço, se alguém tocar no assunto em uma mesa de bar tenho propriedade para comentar, e tchau! Não volto mais. Isso acontece com a a maioria dos consumidores.
Quanto ao Fiat Punto ele se enquadra em uma das excessões, que, segundo minha visão, vale a pena investir mesmo com o claro declínio do SL. Este produto é altamente direcionado para os consumidores-inovadores (aqueles que compram tudo antes de todo mundo e são formadores de opinião). O carro tem bluetooth é totalmente integrado aos smarts phones, lê as sms que chegam ao seu celular, tem um design diferenciado, enfim, um produto como esse tem que estar no SL, no mínimo, para garantir posts como esses.
Abraços,
Thiago Nascimento
www.ideavertising.com.br
Marketrix
Janeiro 10th, 2008 às 1:46 pm
Oi Rafa!
Bem, acredito que o “timing” do SL já passou e o investimento já não compensa. É possível, no entando, divulgar ainda alguns produtos muito focados no target que faz parte dessa realidade virtual. Quando a gente estuda a diffusion curve (desculpa, não sei o nome em português), a gente vê que o primeiro nicho de mercado ao se lançar um produto, especialmente os tecnológicos, são os ‘inovadores’. Acho que esse público pode ainda fazer parte do SL e, com uma boa ação, ser atingido em cheio.
É isso, espero que minha breve opinião tenha colaborado :)
Abs,
Luciana
Jeff Paiva
Janeiro 10th, 2008 às 4:03 pm
Ziggy e amigos,
Antes de mais nada, obrigado pelos comentários sinceros e embasados dos que conheceram a nossa iniciativa no 2ndL. Gostei, particularmente, das intervenções do Marketrix e Thiago Nascimento.
Explicando um pouco qual é a intenção da presença da montadora no metaverso. Uma empresa que tem a tecnologia no seu DNA não poderia entrar no Second Life simplesmente com uma reprodução da vida real ou uma caixinha com o logo em cima e sem conteúdo.
se vocês se lembram, um dos filmes do Punto mostrava um avatar “fugindo” do 2ndL para experimentar o carro na vida real, com a assinatura “Você já parou pra pensar que a vida é uma só?”. Esta maneira de encarar os avanços tecnológicos como parte da vida, e não uma vida à parte, serve também para o projeto no Second Life.
Ao colocar as features do Punto em uma área e uma representação lúdica da planta de Betim na outra, reservando espaço para eventos como o SPFW e o salão do Automóvel, estamos colocando conteúdo relevante da marca e trazendo para o internauta um gosto do que a Fiat tem a oferecer em seus produtos e conceitos.
Sintam-se à vontade para navegar nas Ilhas Fiat Latinoamerica, criticar e dar sugestões de melhorias e novas atrações.
Grande abraço
Jeff Paiva
AgênciaClick
Bruno Allucci
Janeiro 10th, 2008 às 5:47 pm
Fala Ziggy,
Primeiramente, obrigado pelo convite, achei a iniciativa interessante.
Bom, vamos a minha opinião profissional. Eu acho que hoje em dia, após o grande boom do SL, as únicas iniciativas e ações válidas são aquelas que agregam conteúdo, algo que o usuário pode tirar proveito, como no caso do Bradesco, onde rolam debates e palestras, ou seja, ações que gerem conteúdo para o user no mundo real, e não apenas no virtual, algo que ele possa, após participar, debater e discutir com seus amigos ou colegas de trabalho, pessoas que ele se identifica e confia mais até do que os outros avatares presentes nos eventos.
Com relação aos outros tipos de investimentos, como festas e baladas, por exemplo, acho que tirando uma pequena quantia de users que são viciados e querem estar presentes em tudo que rola no mundo virtual, ninguém mais se interessa, exatamente pela falta de conteúdo que disse acima. O evento se torna algo fútil, onde sua presença não irá acrescentar nada.
Posso até estar enganado, mas um dos problemas que vejo também em relação à ele, é a falta de mobilidade, pois não é um site, jogo, twitter ou afim que você consegue acessar de dispositivos móveis, algo que hoje em dia está cada vez mais em alta.
Quanto ao case Punto, acho o investimento válido, devido ao conceito criado para ele, citado acima pelo Jeff, de você estar no comando, aproveitar sua vida e mais. E ainda, o fato de sua campanha estar relacionada ao mundo virtual reforça sua entrada no SL.
Já quanto minha opinião pessoal, de um usuário que nunca entrou nem no site do SL ou da própria Linden Labs, acho o SL uma total bobagem, algo totalmente inútil onde você não faz nada de interessante, apenas perde tempo.
Opiniões dada, é hora de ir.
Abraços
Bru Allucci
diretodoforno.com.br
nanda
Janeiro 10th, 2008 às 5:53 pm
seu eu sou dona de agência, CLARO QUE VALE A PENA investir no second life!
mas falando sério:
existem muitos detalhes que prejudicam a decolagem (na verdade, a sustentação) do sencondlife no Brasil, eu destaco 2:
- velocidade da internet brasileira (na europa é 20 vezes mais veloz)
- os desktops brasileiros (a grande maioria dos consumidores compram computadores “montados” que tem placas on-board, pouca memória, enfim, são para donas de casa mesmo)
além disso, já existe mundialmente uma corrente anti-internet. não estou falando de acabar com internet, calma, mas a todo momento, até mesmo em blogs e sites de relacionamento, o contato físico, o REAL está sendo valorizado. O próprio Sim,viral promove e participa de encontros REAIS com blogueiros, usuários e navegantes em geral. O secondlife está na contra-mão dessa tendência.
a tendência da qual falo é a interatividade internet-realidade, viral-guerrilha-ambientmedia, o buzz. jogos em rede já mataram pessoas mundo afora e isso assustou muita gente sim.
enfim, a internet está finalmente encontrando seu lugar REAL no mundo. é onde você encontra informação, troca, amigos, etc. e até compra produtos.
mas as pessoas, asssutadas com esse mundo virtual que chega a matar os internautas mais nerds e viciados, já começaram a entender, finalmente, que se trata de um meio de comunicação, muito mais democrático, amplo e cheio de possibilidades, mas que ele jamais substituirá a VIDA REAL.
a internet, assim como a TV, sua prima mais jovem depois dela e, por enquanto, mais rica, não consegue passar cheiros, gosto, sensação de vento no cabelo, o toque, enfim, nossos sentidos, são mais de 20, mas vamos ficar apenas nos 5: audição, visão, tato, olfato e paladar, não podem e, creio, jamais poderão ser totalmente satisfeitos se vivermos apenas na internet, ou mais nela do que na vida real. A curiosidade determina o boom, mas a realidade sensitiva determina o inverso: a debandada.
quem já assistiu um show dos Stones ao vivo e pela internet sabe do que estou falando.
pra finalizar, sobre publicidade:
comparando a mídia chamada convencional e REAL (incluindo aí mídia ambiente) com o second life, sinceramente, o secondlife perde feio tanto em impacto quanto em profundidade e amplitude.
comparando o secondlife apenas com os virais, mais uma vez o second sai perdendo.
eu, claro, já me cadastrei no second, mais que isso: cadastrei-me no second mundial, muito antes de se supor que teria uma versão tupiniquim.
passei uma semana tentando aproveitar as coisas por lá, fui em festa, entrevista de emprego e tudo mais.
aí, um dia, quando eu achava que ia conseguir emprego por lá, me ligaram de uma agência e fui contratada pra trabalhar de verdade.
nunca mais voltei, hehehehe.
nanda
Janeiro 10th, 2008 às 6:05 pm
esqueci de um detalhe:
os blogs são e têm 1.000.000.000.000.000.000.000.000.000 (impronunciável número) vezes mais importância para QUALQUER cliente do que o second life, e, por fim, JAMAIS indicaria secondlife para qualquer cliente que fosse.
isso é inútil, totalmente, os 5% que ainda restam por lá, com certeza, não são consumidores e muito menos formadores de opinião.
estou aqui exercitando o que há de melhor nos blogs:
a possibilidade de dar sua opinião e estar certa, ou não!
isso é maravilhoso!
felipe
Janeiro 10th, 2008 às 6:20 pm
discordo de quem acha que o fiat punto é mais procurado pelos consumidores-inovadores e que a decisão de compra permeia,principalmente, suas inovações tecnológicas. em primeiro lugar está e sempre estará a resposta que o carro dá à pergunta: ‘como pareço eu dentro daquele carro?’. em segundo lugar e não menos importante, na minha humilde opinião, está o design, a beleza do carro. satisfeitas essas duas exigências, aí sim, vamos ver o que ele oferece de tecnologia. e, nesse caso, as altas tecnologias ainda perdem para: “o carro tem ar, vidro e trava de fábrica? é flex? e a pintura? é ecológico? econômico? tem potência na subida? e pra ultrapassar um caminhão na estrada?”, somente depois disso tudo, o cara vai querer saber do bluetooth, smart phone e etc. se alguém aí tiver a informação, favor postar, mas eu aposto que mais de 80% (ou até 90%) dos que compraram o Punto nem usam bluetooth e smartphone e nem são pessoas “tecnológicas”, até porque essas pessoas, normalmente, ainda são os mais jovens e sem grana pra comprar um carro zero km… aliás, inovadores nem são assim tão ligados e apaixonados por carros, se pudessem, os inovadores só usariam metrô.
Holy
Janeiro 11th, 2008 às 11:06 am
Eu joguei por quase 1 ano. A pessoa que tá lá, ela não quer status ou amigos. Na verdade, ela está lá com a intenção de ganhar Lidens. Com a falsa ideia que poderá converter em R$. Falsa, não pelo fato de não conseguir. E sim, pois necessita de muitos lidens pra ganhar pouco. A cotação do liden tá 130L$ por 1R$.
Quem vai lá, realmente se desaponta, quando descobre o quão dificil é conseguir um liden, e que ele não vale quase nada.
Empresas como a Volkswagen que investiram “pesado” no mundo virtual, viram que não é lá essas coisas. Ninguem que tá no mundo virtual, irá ver uma propaganda no SL (second life) e comprará um carro na RL (real life/vida real).
Após meses no SL eles venderam cerca de 140 veiculos virtuais. Sabem o que é isso pro Second Life?? Nada.
O Second Life seria uma maneira barata e facil pra se divulgar uma imagem. Porém, quem utiliza o SL não liga pra quem está anunciando. Pois ele só tá lá com um proposito, e o anuncio não faz parte dele.
Acho que não é uma boa ideia uma empresa investir pesado.
carlos andrade
Janeiro 11th, 2008 às 9:47 pm
pô, o Jeff bem que poderia dar sua opinião de verdade, profissa, e não tentar mais uma vez, e em vão, vender a derrotada idéia de que anunciar e investir pesado no secondlife dá retorno, orra mêu, colé? e ainda teve gente “defendendo” e divulgando o test drive virtual?? fala sééério!! dá pra sentir a maciez da suspensão? e o cheirinho do carro? a potência do ar-condicionado, a potência do motor? e tem gente que compra o carro virtual??? afe, eu hein, prefiro GTA ou need-for-speed, posso dirigir até uma ferrari sem pagar nada, hahahahaha.
Caio Costa
Janeiro 12th, 2008 às 10:01 am
Li todos os coments e vejo q estou com a maioria: o SL já não vale investimentos tão pesados. Talvez eu abrisse uma exceção pra o Punto, q como comentou Jeff, tem a ver com o conceito empregado na campanha do carro.
Pra mim, mas vale montar um site ou blog corporativo com diversas ações realmente interativas do q no SL, pois como disseram, mts computadores não tem condições de rodar o jogo de modo satisfatório, como foi o meu caso. Fiquei apenas alguns minutos e nunca mais voltei.
Ziggy, valeu pelo convite pra emitir a minha opinião sobre o assunto!
Felipe Mendes
Janeiro 12th, 2008 às 5:41 pm
eu tb acho que a exposição hj é mt baixa, ñ compensa…
Rafael Barros
Janeiro 13th, 2008 às 4:12 am
Second Life é um invetimento complicado, ao meu ver quando uma ação é feita no SL é de prache uma ação para que haja um repercursão no mundo virtual no entanto essa é conversão é de fato pequena se levarmos em conta a configuração das maquinas no Brasil, ainda que tenha uma boa conversão é preciso uma conversão de volta ao mundo real que essa é bem pequena. Será que vale um ação no SL somente por branding?
Aee Ziggy, belo bloga, curti o novo layout…
Matheus Costa
Janeiro 14th, 2008 às 10:35 am
O SL já não tem mais visibilidade. E mesmo em lugares onde a largura da banda ajuda o serviço, o público que é leal ao SL na grande maioria não tem o perfil de quem sai de casa para comprar um carro, ou mesmo vai tentar influenciar na compra de alguém com base em um terst drive virtual ou em um presente para seu avatar.
Mas, respondendo à sua pergunta, vou te dizer que investir no SL é um bom negócio. Desde que você preste serviços online, desenvolva jogos, tenha bancas de apostas ou cassinos virtuais ou, é claro, invista na mola mestra da Internet: a pornografia.
Matheus
30”
Jonathan Benarrós
Janeiro 16th, 2008 às 5:42 pm
Acho que já passou.
Quem aproveitou o “boom” se deu bem, mas agora não recomendaria o investimento no SL. Hoje em dia surgem, quase todos os dias, novas formas e interessantes formas de anunciar que insistir nesta mídia é besteira. Devemos ficar de olho nas novas tendências e ficar sempre a frente.
um grande abraço,
Jonathan Benarrós
Ad ME
Daniel
Janeiro 17th, 2008 às 7:22 pm
O cara da agencia click que conseguiu vender o second life em plena decadencia deveria ganhar um premio. Este vende areia para morador do deserto!
Punto para pessoas modernas, jovens e inovadoras? Fala sério! Já viram o preço do carro? Já viram quem dirige o carro pelas ruas? O Punto é um hatch difereciado (design+acabamento+opcionais) para o marido bem sucedido dar para a esposa usar nas compras do shopping.
Cler Oliveira
Janeiro 18th, 2008 às 9:32 am
Vou falar como uma civil virtual. Uso o Second Life há pouco tempo, muito embora tenha tentado entrar na plataforma (eu não consigo chamar de jogo porque, pra mim, todo jogo tem um objetivo claro e este não tem) há meses.
Para entrar no SL eu tive que trocar muitos componentes do meu computador (inclusive, dependendo da marca da placa de video, por exemplo, ele não roda). Gastei uma grana que compensa muito mais pelo que posso fazer agora do que pelo SL em si.
Gosto do ambiente justamente por ser um local que, às mentes mais curiosas, pode ainda surpreender. Diversas construções, ilhas e até mesmo uma loja perdida do cartão de credito que está pagando a placa de video ainda torna as coisas surreais.
Talvez, mercadológicamente, o SL ainda seja revestido por pontos grandes de areia movediça embora eu tenha conhecido jovens e promissores investidores brasileiros que acreditam e investem pesado nisso (sobre o retorno, não sei).
Jornalisticamente é um assunto que ainda rende e muito sob todos os aspectos. Tanto que projetos para o SL news não faltam. E acredito que é ai que se pode talvez descolar alguns Lindens já convertidos em reais. Há muita curiosidade dos não-usuários (sobre a sociabiidade, rentabilidade, quem faz o quê, de onde vieram e pra onde vão), interesse dos investidores e necessidades a serem sanadas para os participantes.
O que torna o Sl, mesmo após o Boom, ainda impopular no Brasil além dos motivos já citados nos outros comentarios é:
- Precisa ter o mínimo de inglês:
Mesmo que vc use a Versão BR voce precisa ter o minimo de noção de inglês porque em algum momento você vai precisar dele pra não fazer burrada. E o mínimo vai além do the book is on the table. E se não tiver, desiste.
- É necessario pagar
Voce pode andar por lá de graça. Ninguém te impede. Mas é o mesmo que sair de férias sem um R$ no bolso nem para o sorvete. No começo é muito bonitinho mas depois, voce quer mais e ai que entra a carteira. Ou voce desiste.
- As relações são futéis
É possivel fazer amigos, mas é bastante dificil fazer com que as amizades se tornem algo que realmente compensem. Num ambiente em que tudo parece uma matrix é normal não levar a sério os relacionamentos também, embora, tenha os principios básicos de sociabilidade.
- Existem muitos MiGuXoOoOSxSXS brasileiros usando a rede, embora a média de idade seja relativamente madura (de 24 a 33 anos). Os “maix axim ó”, unidos com a futilidade de muitos só pensarem em baladas virtuais acaba com o humor de pessoas com no minimo dois neuronios. Dai é de desisitir mesmo!
- Além de exigir uma supermaquina exige bons tutoriais:
Diferente de outras redes de relacionamento no qual você só preenche nome, e-mail e sai navegando, no SL você precisa saber muitos “macetes” para não se tornar algo maçante. Ou seja: voce tem que saber pra que serve cada botão da barra de status, cada comando da aba Tools para poder “desfrutar” da segunda vida. Isso é muito, mas muito, muitissimo desestimulador. Tudo parece dar errado e, logo, não tem porque continuar nessa onda de azar virtualmente.
Tranca, voce nao sai do lugar, nao consegue egar um objeto, nao consegue voar, nao sabe como achar um determinado lugar, como editar algo que não agrada, como comprar, vernder, trocar, alugar… o que é Landmark? Lag? TP? Camp? como fazer filme? como tirar fotos de frente? como é que eu faço isso ou aquilo…
Enfim… embora nao tenha respondido a pergunta proposta acho que essa minha impressão sobre o SL pode contribuir na discussão. Vou ficar por lá até ter a minha infinita curiosidade sanada…. alias, nãó é todo dia que se pode dar uma volta na Australia após um show do U2 em outro continente e voltar para casa em Sampa para fechar as janelas.
Minha matéria no G1: Mocidade no Second Life
Fevereiro 5th, 2008 às 10:48 pm
[…] embora, se saiba que, investir na plataforma ainda é uma operação de risco. (Leia sobre na discussão proposta pelo Rafael Ziggy no Sim, Viral). Mas nesta de informação virtual eu não estava errada e sugestão de pauta foi parar no site […]
…InfoNeural: tecnologia e informação… » Second Life - vale a pena ter essa Segunda Vida?
Abril 1st, 2008 às 8:48 am
[…] SimViral: Second Life e sua sobrevida […]