Com apenas 19 anos, a inhumense Stefhany acumula fãs pelo Piauí e graças ao poder da internet começa a ter sua fama divulgada pelo Brasil. Seu principal clipe passou recentemente das 120 mil visualizações. O sucesso é baseado na música de Vanessa Carlton – A Thousand Miles e conquistou a simpatia de diversos blogueiros brasileiros que fizeram o vídeo bombar no You Tube.
O curioso nisso tudo é notar que no refrão da música o grande destaque é o carro da moça, com o qual passeia pelas ruas de Inhuma.
“No meu Crossfox eu vou sair. Vou dançar, me divertir. Não vou ficar mais te esperando, pois agora eu sou demais”. Sousa, Stefhany (2008).
É a tal da inclusão digital, que cada vez mais facilita a entrada do povão na internet. E por mais que seja engraçado não adianta chamar essa inclusão de “maldita” e ridicularizar essas aparições do “gueto” na internet. São eles que, muito em breve, irão dominar os rankings de mais vistos, acessados e etc.
Cada vez mais a “maldita inclusão digital” vai soar como uma expressão preconceituosa e cair em desuso. Cada vez mais a voz dessa galera vai se fazer presente em forma de conteúdo, tosco ou não. Cada vez mais a internet será mais Brasil.
Vi no excelente Rexplora.









Mas aí voltamos aquelas antigas questões:
*Ter muito público não é sinônimo de qualidade no trabalho?
*Toda essa “visibilidade” para o CrossFox auxiliou concretamente o aumento das vendas? Me parece que o público alvo da música não tem nada a ver com quem compra o carro
Fala Max.
É só um viral sem querer. Não foi algo produzido com o intuito de vender. É só um clipe de uma jovem nordestina que inocentemente botou o carro no refrão de sua música.
Abraço!
Realmente, essa expressão “maldita inclusão digital” não vai fazer o menor sentido. Hoje a classe mais pobre brasileira pode tudo, assim como todo mundo pode tudo. Assim como eu e você há tempos conversamos com mundo através da web, quem nunca imaginou sair de Inhuma hoje tem um mundo de possibilidades, e até mesmo a fama está aí pra todos. O sucesso de um video como este, envolvendo uma marca ainda por cima, mostra mais uma vez como a propaganda vai tomar caminhos muito inusitados nos próximos anos. É um filão e tanto! Abraços!
Faço as minhas palavras a do Danilo Idman aí em cima. A expressão “maldita inclusão digital”, para mim, já não faz o menor sentido e é extremamente besta. Fico muito feliz de ver o mundo de possibilidades para todos.
Abraços :)
Como escrevi no meu post sobre o assunto, fico me perguntando pq a cantora fez uma homenagem tão explícita do carro sem ganhar um tostão da Volkswagen.
Mesmo não aumentando as vendas do automóvel, o Crossfox tá na boca do povo, mesmo sem querer. Pelo menos, a marca fez dela “absoluta” :D
Queria ver se ela tivesse um chevette…ahahah
ou então um Fiat punto, que embora seja cool, não se encaixaria em letra nenhuma…ehehe
No último “Demaissssssssss” (4:30m), rola um sorriso à lá Casseta & Planeta/Organizações Tabajara…
Não acho que o problema seja a “inclusão digital” e tão pouco vejo-a como “maldita”. O que me preocupa é a questão estratégica. Até onde conseguir uma boa viralização (em números monstruosos) na internet é positivo para o produto? Até onde esse viral da WV (realmente acredito que seja intencional já que as tomadas do carro são muito bem feitas) resulta em “desejabilidade” para o target. Não acredito que o Crossfox (principalmente pelo preço) seja um carro para a “inclusão digital”…
Maldita inclusão digital.
[...] Viral: Cross Fox Ganha viral sem querer [...]
Viva a inclusão digital!
@Ziggy
Vc conhece, ou tem algum material e pesquisas que ações de mkt. viral contribui para o fortalecimento da marca e conseguiu fazer a empresa vender mais?
[...] – VW lançará nova versão da SpaceFoxBlog Salada de Frutas » Blog Archive » Do Piauí para mundo Cross Fox ganha um viral sem querer – SimViralStefhany. Viral ou não viral, eis a questão…Blogas – O mundo em um só lugar!: Cross Fox GalãEu [...]
[...] eu não preciso dizer aqui o quanto a internet é importante para pessoas como a Stefhany. Várias pessoas já fizerem isso na web. O que mais me chamou atenção no vídeo, além da propaganda [...]
Pior é que eu acho que citar o Cross Fox foi só uma tentativa de “aproximação fonética” com o refrão da música original da Vanessa Carlton. Presta atenção http://www.youtube.com/watch?v=pnkvhi1XOR8
Como propaganda é contraproducente. Se eu tivesse um CrossFox teria me livrado dele no dia seguinte.