Bom, muitos de nós estávamos dormindo, tentando voltar para casa ou reclamando do calor, durante o apagão que parou mais de 18 estados no último dia 10 de novembro. No entanto, eu e centenas de outros internautas brasileiros estávamos no Twitter, acompanhando minuto a minuto as notícias geradas por outros usuários e por veículos de comunicação mais ágeis, como o rádio.

Sem entrar na discussão da relevância ou não das informações no momento do ocorrido, vale a pena dar uma conferida neste esquema de circulação da informação após o surgimento do Twitter e tirar nosas próprias conclusões.

No esquema, é possível perceber como o Twitter ganha vantagem em cerca de 1h30 em relação a veículos de mídia on-line e pode chegar até a 8h de diferença da circulação das notícias em relação às  mídias impressas, como o jornal. O conteúdo gerado pelo usuário vai mostrando seu valor cada vez mais e as mídias tradicionais que se cuidem para garantir tamanha agilidade.

Circulação da informação na Era pós-Twitter

Crowdsourcing sem energia elétrica? Como assim?

Em notebooks e celulares com serviço 3G, meus caros. Nem a crise econômica atrapalhou a evolução dos serviços 3G no Brasil. Neste ano, já houve um crescimento médio de 500 mil novas assinaturas do serviço. Atualmente, o país conta com 3 milhões de assinaturas, entre modens e aparelhos de terceira geração, desde que o serviço foi lançado, em 2007, segundo dados da ComputerWorld.

A penetração da telefonia celular no país também vem aumentando ano a ano. Estima-se que até 2013, o crescimento anual médio de assinantes de serviços móveis seja de 7,9% ao ano. Se a previsão se concretizar, teremos uma soma de 222 milhões de linhas celulares ativas, mais do que uma por brasileiro*.

Em suma: com aparelhos cada vez mais baratos e acessibilidade, o brasileiro passará ainda mais tempo conectado nas redes sociais e mensageiros instantâneos em qualquer hora e lugar. #Ficadica para webdesigners, planners e agências que ainda não apostam nas mídias interativas.

* Dados do Relatório “Mercado de Comunicações no Brasil”, da Pyramid Research. Fevereiro de 2009.

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