Mentira. O título é só para eu me sentir incluído na turminha que gosta de matar coisas como a mídia tradicional.

A idéia vem de uma observação interessante do Supercollider: o declínio das páginas de destino na web – como sites institucionais e hotsites – em função das redes sociais.

Nos últimos 10 anos, ter um site institucional era obrigatoriedade para as empresas. Quem não tinha um sáite na internê, estava fora de jogo e era o último a ser escolhido para o time de futebol do colégio.

Embora seja provável que o fim destes sites esteja longe, é clara a tendência de desvio de fluxo. Como exercício, peguei algumas das maiores empresas do Brasil, segundo o ranking da Revista Exame e fui checar o Google Trends:

graficos

Não faz tanto sentido se você pensar que ao longo dos anos o número de pessoas acessando a web vem aumentando e as marcas investindo mais e mais dinheiro na internet.

Faz se a gente lembrar do fato de que redes como o Facebook e Twitter andam apresentando taxas de crescimento sensacionais e que as pessoas preferem usá-las para achar conteúdo de interação do que visitar os sites das grandes marcas, já que é lá que estão os amigos que compartilham conteúdo que já interessa a elas.

Além disso, a distribuição de conteúdo está crescendo rapidamente além dos limites do site institucional, através de RSS feeds, Twitter, canais do YouTube, comunidades no Orkut e páginas de fãs no Facebook, por exemplo.

A morte dos sites institucionais está longe. Eles ainda serão úteis por um bom tempo. Pelo menos até a gente encontrar uma maneira melhor de conectá-los à vida social dos consumidores.

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3 respostas para O site institucional está morto

  1. Se eu não me engano, a tecnisa utiliza de forma muito inteligente o site deles conectando aos seus consumidores

  2. Rafael,
    parabéns pelo post. Baseado no que vc disse, seria a hora de as empresas começarem a pensar em ter suas próprias redes sociais, fidelizando o consumidor com vantagens, promoções exclusivas, além de produzirem sites menos “chatos” do que os de hoje?
    Abs,
    Fábio

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