Virgin America lança Flying Without Fear e Taxi2

virginamerica

A Virgin America é uma companhia aérea que a gente pode chamar de mudérna. Entre umas e outras, ela usa bem o poder das redes sociais como facebook e twitter ao invés de gastar muito dinheiro em propaganda e ainda oferece wi-fi gratuito durante o vôo.

Dessa postura arrojada nasceram duas novidades muito interessantes: Flying Without Fear e Taxi2.

A primeira é uma extensão dos cursos que a Virgin oferece desde a década de 90 para ajudar as pessoas a perderem o medo de voar.

A novidade é um aplicativo para iPhone com a mesma função, através do qual o passageiro pode acompanhar filmes explicativos e bem-humorados para aliviar a tensão e a insegurança.

Já o segundo é uma co-inovação da marca que oferece um serviço gratuito para os passageiros da Virgin, assim como de qualquer outra companhia aérea.

As pessoas fazem login no site, colocam o vôo e destino e o sistema busca um táxi compartilhado de acordo com as preferências. Depois de aceitar dividir o táxi com alguém, você pode até imprimir um símbolo que o site gera para facilitar a localização no aeroporto.

Os boatos são que estão desenvolvendo uma versão para celular também, assim como o Flying Without Fear.

Viraizinhos da semana #01

A partir de hoje vamos reunir toda sexta-feira uma lista de com viraizinhos que surgiram durante a semana e de outros que podem bombar por aí. É uma forma de aquecer para o fim de semana e analisar o que mais repercute no Brasil e no mundo. O tamanho da lista vai depender da quantidade de viraizinhos que aparecerem. Se quiser saber antes siga o nosso twitter (@simviral). Dicas? Use a tag #viralzinho.

Noivo twitta antes de casar

Antes de casar o cara twittou e atualizou o status no Facebook para “casado”. É mole?

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Ginga Bel, ginga!

Final de ano, natal está aí, jingle bells? Não! Ginga Bel!

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Silvio desabafa sobre Lombardi

Só que pelo local no mapa, parece que isso é coisa do Pânico…

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Blogueiro testa o Windows 7 saltando de paraquedas

paraquedas castrezana window 7

A convite da Microsoft o blogueiro Rodolfo Castrezana (Omedi) aceitou um desafio um tanto quanto inusitado. Para comprovar que o Windows 7 é “Incrivelmente Simples”, Castrezana teve que fazer uma série de tarefas no seu netbook. O detalhe é que teve que fazer tudo isso enquanto saltava de paraquedas. A combinação inesperada foi gravada e divulgada agora há pouco.

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A saga começou há 1 mês atrás com a série Castrezana Windows 7 Tester. O blogueiro compartilhou suas experiências com o sistema através de textos e vídeos para seus leitores do Omedi e “telespectadores” do OmediCast.

A campanha também conta com o site www.tudosobreowindows7.com.br que mostra o que estão falando sobre o Windows 7 nas principais redes sociais e blogs.

Natal interativo do HSBC no You Tube

Um ioiô precisa ser entregue para que os Diferentes Natais pelo Mundo continuem a acontecer. E somente uma rena determinada a entregar o presente poderá realizar essa façanha. Mas ela não contava com uma certa barra de carregamento de vídeos do Youtube pra atrapalhar o seu trabalho.

Natal HSBC You Tube

Esse é o enredo do vídeo interativo publicado no canal do HSBC no You Tube. Com uma boa narrativa, trilha e ilustrações trata de maneira simpática suas ações para o Natal. Vale o registro e os cliques.

* Dica da Y

Golaço por cobertura de Diego Souza = viral de oportunidade?

Viram o golaço de Diego Souza do Palmeiras contra o Atlético Mineiro? Tudo armação.

Imagem de Amostra do You Tube

Com essa teoria da conspiração, o user “reidusunus22″ tenta convencer a todos que o jogador havia treinado durante a semana inteira a jogada para conseguir o gol por cobertura. Tudo patrocinado pela Vivo que sabiamente colocou uma placa com a frase “a maior cobertura” logo atrás do gol.

Não sei se foi uma das agências responsáveis pela Vivo que produziu o vídeo, mas a sacada dele (ou da agência) foi genial. A pergunta que deixo pra vocês é: viral ou real?

via @arielgajardo

Estúdio Tatoo Samsung Corby

Para promover o novo celular Samsung Corby, a Samsung colocou nas ruas um estúdio de tatuagem itinerante. Como assim? Uma Kombi foi transformada em um estiloso estúdio de tatuagem para celulares. Marco Andrezzo e sua assistente Roberta Magro percorreram diversos locais no Rio e São Paulo.

O processo para tatuar é o mesmo, mudando só a forma como é “tatuado” no celular. Você troca uma idéia com o tatuador, ele desenha no papel, passa pro computador e uma máquina de mais de 200 kg passava à laser os desenhos de Marco para a capa do celular.

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No site www.tatueseucelular.com.br você acompanha como foi toda essa viagem através de fotos e uma websérie com a presença de Jimmy do Matanza, Gabi, Lia, Guima e várias pessoas que fizeram a tatoo nas ruas.

À convite da Samsung também participei da campanha em um dos episódios falando da minha mudança turbulenta de Floripa pra São Paulo. Segue o mico para sua apreciação.

Imagem de Amostra do You Tube

10 perguntas sobre Social Games

Farmville, MafiaWars, Colheita Feliz e Café World. Com certeza, se você é um nativo digital ou adepto de longas horas de navegação diária na internet, já ouviu falar de pelo menos um desses nomes. Os chamados Social Games são notícia nos principais blogs de tecnologia, mídias sociais e veículos on-line desde a febre do MafiaWars, que invandiu as direct messagens do Twitter e solicitações do Facebook com pedidos de adesão à “Mafia Family”.

Para conhecer um pouco mais dos Social Games e este mercado que está movimentando algumas milhares de cifras lá fora e, já no Brasil, eu convidei Tahiana D’Egmont, a carioca radicada em São Paulo, sócia da Mentez, empresa líder em desenvolvimento de aplicativos sociais no Orkut, como Mosaico de Amigos e BuddyPoke.

TahianaImagem: Entrevista com Tahiana D’Egmont para revista ISTOÉ Dinheiro

1) Qual foi seu primeiro contato com Social Games?
Se pensar simplesmente no termo “social game” diria que desde muito nova tive contato com jogos sociais pois a definição literal seria de um game que permite interação entre um grupo, o que o torna social. Mas aplicando isso para o contexto de redes sociais, diria que o social game além de gerar interação entre pessoas, está presente em uma rede social, é um conteúdo dessa rede, parte integrante e atuante. Neste caso meu primeiro contato foi com o Bolão Brasileirão (que hoje tem outro nome), do orkut, e posteriormente com o Mafia Wars, no Facebook.

2) Quando e como começou a trabalhar com isso?
Sou sócia de uma empresa que desenvolve apps para redes sociais e por toda minha vida trabalhei com estratégia online. Quando entrei na empresa há pouco mais de 1 ano já havia movimento de social games nos EUA. Apesar de naquela época isso ainda não estar chamando tanta atenção, propus aos meus sócios em Miami trazermos social games para o Brasil e investirmos em uma plataforma que facilitasse a compra de créditos para os usuários daqui, com uma estratégia adequada para o país. O mercado ainda é muito novo, mas está sendo extremamente gratificante e já estamos expandindo o modelo para outros países em desenvolvimento.

3) O BuddyPoke virou mania nacional no Orkut há pouco mais de um ano. Você o considera um marco para os Social Games nacionais?
Não considero o BuddyPoke um game em si e acho que o sucesso dele nos modelos de remuneração aplicados a social game é extremamente limitado. Sem dúvida o BuddyPoke permite a interação entre os usuários e está dentro de uma rede social. Porém, ele não tem a mecânica de um jogo onde temos disputa e regras. Essas duas últimas características são a base de um jogo e a disputa principalmente tem um apelo muito forte em redes sociais.
Ainda sim, o BuddyPoke é um estrondoso sucesso no Brasil como uma social app e nesse ponto o considero um marco.

4) O brasileiro é tão amigável com o Social Games quanto o é com sites de redes sociais?
Ainda é difícil mensurar isso porque o mercado é muito recente mas se tomarmos o BuddyPoke, que é uma social app, vemos que praticamente o orkut inteiro está lá, a adesão é altíssima. O maior social game do orkut atualmente é o Colheita Feliz, que conquistou a posição #1 do orkut recentemente, e tem pouco mais de 1,5 milhões de usuários. O número mais interessante dessa história é a taxa de usuários ativos. O BuddyPoke tem 40 milhões de usuários, sendo 5 milhões ativos por semana. O Colheita Feliz tem 1,5 milhões, sendo 1,4 milhões ativos por semana. Aí existe uma grande diferença que me dá um parâmetro para dizer que os usuários brasileiros que jogam são muito ativos, não usarei a palavra “leais”, mas com certeza são usuários recorrentes.
Social game ainda é uma novidade no Brasil e ainda há um caminho a percorrer tanto em termos de melhoria dos produtos quanto em educação e conhecimento dos usuários. Até agora, a receptividade tem sido impressionante e arriscaria dizer que o usuário brasileiro é quase tão amigável com social games quanto com redes sociais.

5) Quanto o brasileiro investe em Social Games? Ainda há muita diferença dos investimentos feitos em outros países?
Dizer quanto “o brasileiro” investe também ainda é difícil. A base de usuários em social games no orkut, por exemplo, ainda está crescendo.
A nossa ARPPU (average revenue per paying user) já está bem próxima ao valor médio da ARPPU dos EUA, mas o ARPU (average revenue per user) ainda está em a um terço da média americana.
Isso significa que os usuários que compram aqui estão, em média, gastando o mesmo que os americanos, mas temos menos usuários ativos dos social games pagando.

6) Qual é o principal target dos Games Sociais? Adultos jogam ou gastam tanto quanto adolescentes e crianças?
Infelizmente o orkut, que é onde fica nosso maior mercado, não fornece informações de faixa etária por considerar uma informação sensível. Além disso, para se inscrever nesta rede você precisa declarar que tem 18 anos, portanto não conseguiríamos saber quantos são menores de idade. O que percebemos por pequenas pesquisas internas é que muitos adultos estão jogando. Acreditávamos que nosso público principal seria formado por pré-adolescentes e adolescentes e temos visto uma enorme quantidade de esposas comprando créditos para seus maridos e vice-versa. Os pais que compram para os filhos costumam carregar também suas próprias contas do orkut. Não posso te dar um número exato, mas por alto diria que até 40% da nossa base de usuários tem acima de 20 anos.

7) Os destaques de 2009 são realmente Mafia Wars e FarmVille? Ou você citaria outros?
No Facebook, sim. E particularmente acho a mecânica do Mafia Wars fantástica, melhor que do Farmville. Para mim esse é o grande destaque de 2009 a nível mundial.
Se formos falar de Brasil o Facebook tem uma papel muito importante em social games. Vejo mais brasileiros utilizando apps lá do que no orkut (usuários totais / usuários em apps), mas o número de usuários brasileiros no Mafia Wars ou FarmVille não chega ao número de usuários brasileiros do Colheita Feliz, por exemplo. Analisando os números friamente: o Facebook tem pouco mais de 2 milhões de brasileiros: não podemos afirmar qual o percentual delas no Mafia Wars ou Farm Ville mas seria precipitado presumir que esses games tenham mais que os 1,5 milhões de usuários do Colheita Feliz, no orkut.

8) Você considera que adesão a determinados games é temporária? Existe um “hype” que depois passa rapidamente com o surgimento de um novo game?
Como em tudo na internet existe um ciclo de adoção que se extende por algum tempo devido aos late adopters. Os aplicativos em geral têm picos de adesão, sem dúvida, mas mais ainda picos de atividade. O número de usuários com um app ou social game instalado costuma crescer sempre, mesmo que a velocidade diminua bruscamente. Já o número de atividade cai e nesse ponto considero que exista um “hype” mas não que ele diminua pelo surgimento de um novo game. Acho que esse hype diminui porque as pessoas se cansam e aí cabe aos desenvolvedores reinventarem os próprios games e lançarem novas funcionalidades. É o caso de Mafia Wars lançar Cuba e posteriormente Moscow, criando novas possibilidades de jogo dentro do mesmo game.

9) Você acredita que este é um mercado em ascenção? Quais são as tendências previstas pra 2010?
Com certeza. A tendência é de crescimento, principalmente em mercados emergentes como Brasil e Índia. Nos EUA, os líderes de mercado precisam encontrar uma nova opção para trazer de volta a verba perdida com a saída das “ofertas”. Vai ser um ano super aquecido tanto no mercado nacional como internacional.

10) Quais são os principais profissionais envolvidos na criação de um Social Game? Qual o conselho para aqueles que querem começar a trabalhar com esta área?
Designers, desenvolvedores (de todos os tipos), gerentes de rede e infraestrutura, profissionais de criação e de estratégia de produto etc. Não existe um modelo fixo, mas a base é uma excelente estratégia, uma boa idéia, um bom designer e um bom desenvolvedor. Ter alguém para gerenciar servidores, otimizações e estrutura também é essencial. Esses games consomem muita banda e memória, os problemas mais comuns relacionados a eles estão ligados a capacidade de servidores.
Mais do que conselho, vejo uma necessidade de mercado: faltam profissionais qualificados que sejam capazes de olhar o mercado e montarem estratégias de negócios com base em redes sociais em geral (não só social games). Para a execução você consegue montar um bom time, mas é difícil ter gente para liderar o processo, ver adiante e montar produtos para vencer. Meu conselho seria pensar antes na estratégia, nos atributos do produto, no público etc, antes de seguir adiante no desenvolvimento.

O site institucional está morto

Mentira. O título é só para eu me sentir incluído na turminha que gosta de matar coisas como a mídia tradicional.

A idéia vem de uma observação interessante do Supercollider: o declínio das páginas de destino na web – como sites institucionais e hotsites – em função das redes sociais.

Nos últimos 10 anos, ter um site institucional era obrigatoriedade para as empresas. Quem não tinha um sáite na internê, estava fora de jogo e era o último a ser escolhido para o time de futebol do colégio.

Embora seja provável que o fim destes sites esteja longe, é clara a tendência de desvio de fluxo. Como exercício, peguei algumas das maiores empresas do Brasil, segundo o ranking da Revista Exame e fui checar o Google Trends:

graficos

Não faz tanto sentido se você pensar que ao longo dos anos o número de pessoas acessando a web vem aumentando e as marcas investindo mais e mais dinheiro na internet.

Faz se a gente lembrar do fato de que redes como o Facebook e Twitter andam apresentando taxas de crescimento sensacionais e que as pessoas preferem usá-las para achar conteúdo de interação do que visitar os sites das grandes marcas, já que é lá que estão os amigos que compartilham conteúdo que já interessa a elas.

Além disso, a distribuição de conteúdo está crescendo rapidamente além dos limites do site institucional, através de RSS feeds, Twitter, canais do YouTube, comunidades no Orkut e páginas de fãs no Facebook, por exemplo.

A morte dos sites institucionais está longe. Eles ainda serão úteis por um bom tempo. Pelo menos até a gente encontrar uma maneira melhor de conectá-los à vida social dos consumidores.

Twitter não é a rede social mais utilizada no Brasil

Achei um tanto quanto irresponsável a publicação em diversas revistas e portais online colocando o Twitter como rede social mais acessada no Brasil. Exame, G1, Época Negócios, entre outros publicaram reportagens a respeito. Todas, ao meu ver, de maneira equivocada.

Primeiro porque a amostragem não é suficiente para falar em uma proporção nacional. Depois porque a E-life deixou bem claro no relatório que os entrevistados eram “jovens de alta renda e residentes nas grandes capitais”. Fora isso, mais que a metade deles são do Rio e São Paulo e mais de 80% das regiões sul/sudeste.

Penso que deve ter sido um erro de interpretação dos dados. Acontece, mas seria interessante corrigir a informação, a fim de evitar interpretações errôneas.

Confira a pesquisa completa e tire suas próprias conclusões.

via @luizyassuda

Boicote virtual: teste cego da Kaiser

Será que vira moda? Depois da anti-propaganda contra a Dafra Motos chegou a vez da Kaiser ser boicotada por um anônimo virtual.

Original

Imagem de Amostra do You Tube

Boicote

Imagem de Amostra do You Tube

Quem foi? Bom, pela qualidade da dublagem seria inocência pensar que é um consumidor insatisfeito. Como a Dafra era o primeiro caso desse tipo, tudo bem, ficou a desconfiança.

O fato é que quanto mais anti-propaganda desse tipo surgir, menor será sua validade no meio. O perigo é ficar uma guerrinha de difamação entre marcas totalmente sem necessidade.

ROI: nunca vi, nem comi, eu só ouço falar

Lembra daquela música do Zeca Pagodinho?Você sabe o que é caviar? Nunca vi, nem comi. Eu só ouço falar”. Em Social Media é muito comum ouvirmos falar da importância do ROI, mas raramente os “especialistas” dão o bê-a-bá da coisa.

Recentemente, David Berkowitz publicou em seu blog uma lista com 100 maneiras de medir o impacto gerado pelas ações de Mídias Sociais em seu negócio. Para obter a lista traduzida, veja este post aqui.

A lista é muito interessante, mas temos alguns pontos a ressaltar:
- Apenas dois itens se tratam de ROI: Impacto nas vendas on-line, impacto nas vendas off-line.
- Os demais itens podem ser considerados como métricas de ações.

Mas, afinal, qual é a diferença entre métrica e ROI? O que venho apresentando no relatório para o cliente não se trata de retorno do investimento? Abaixo, seguem imagens da apresentação “Basics Of Social Media Roi” de  Olivier Blanchard que ilustram bem a equação do ROI e a expectativa de impacto de retorno.

Olivier Blanchard Basics Of Social Media Roi

ROI
Ok, Olivier Blanchard nos mostrou que ROI se mede como a equação de ganho do investimento – custo do investimento.  Então, concluo: para mensurar ROI é preciso fazer um CRUZAMENTO DE DADOS de retorno em vendas pré ações de mídias sociais e pós ações de mídias sociais.

Aí, eu pergunto: seu cliente já lhe forneceu esses dados? Sem que o cliente lhe forneça dados de vendas fica inviável mensurar o impacto das ações sobre investimento. O que dá pra mensurar é BUZZ.

Salvo algumas exceções (mesmo assim, você precisa saber como andavam as vendas antes):

1- Sua campanha é totalmente on-line e leva os usuários para um e-commerce.
2- Sua campanha é on-line, mas gera um ticket de vendas/desconto off-line.

Então, ficam as dicas:
- O retorno do que falam sobre as ações é entendido como métrica. As métricas influenciam na construção do Branding e não têm retorno lucrativo em curto prazo.
- O retorno em relação às vendas entende-se como ROI. O impacto das ações de mídias sociais deve ser calculado a partir de um cruzamento de dados de vendas pré e pós ações.

Espero que gostem do post e fiquem à vontade para acrescentar suas experiências com mensuração de campanhas em mídias sociais ;) Colaboração é tudo de bom.

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